http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=176086
ABOLA, 16:53 - 12-09-2009
O Governo holandês anunciou, esta sexta-feira, que as ‘coffee shops’ – estabelecimentos onde é autorizada a venda de pequenas quantidades de cannabis – vão passar a ser de uso exclusivo dos consumidores locais. O objectivo é travar o «turismo da droga» que todos os anos atrai ao país milhares de cidadãos de toda a Europa.
«As 'coffee shops', onde a venda de haxixe e erva é tolerada, devem tornar-se menores e devem ser dirigidas exclusivamente aos consumidores locais», informou o Governo holandês em comunicado.
Uma decisão que segue as recomendações feitas no passado mês de Julho por uma comissão de peritos, que denunciou o enorme fluxo de estrangeiros que se deslocam ao país com o único propósito de adquirir cannabis.
Uma proposta para uma nova política de regulação do consumo de cannabis deverá dar entrada no Parlamento holandês até ao final do ano.
Em estudo estão duas hipóteses de controlo: uma passa por transformar as ‘coffe shops’ em clubes privados, onde a entrada estaria sujeita à apresentação de um cartão de sócio; a outra passa por obrigar os clientes a pagarem os seus consumos nesses estabelecimentos apenas com cartões de débito holandeses. Em cima da mesa está ainda a possibilidade de se alterar o limite máximo de cannabis que cada consumidor pode adquirir. Dos actuais cinco gramas, o Governo quer que se autorize a compra de apenas três.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Plantava cannabis no próprio quintal
http://diario.iol.pt/sociedade/cannabis-trafico-tvi24-droga-traficante-cantanhede/1089195-4071.html
IOL Diário, 15-09-2009 - 13:20h
O suspeito foi detido por suspeitas de tráfico de droga
A Polícia Judiciária (PJ) deteve um suspeito de tráfico de droga em Cantanhede e localizou uma plantação de cannabis com cerca de 70 pés.
A PJ apreendeu ainda outras plantas da mesma espécie, já em folhagens secas (liamba), com um peso de 1,3 Kg e ainda sementes.
O detido de 33 anos tinha a plantação de cannabis no próprio quintal, situado nas traseiras da casa.
O suspeito vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção.
IOL Diário, 15-09-2009 - 13:20h
O suspeito foi detido por suspeitas de tráfico de droga
A Polícia Judiciária (PJ) deteve um suspeito de tráfico de droga em Cantanhede e localizou uma plantação de cannabis com cerca de 70 pés.
A PJ apreendeu ainda outras plantas da mesma espécie, já em folhagens secas (liamba), com um peso de 1,3 Kg e ainda sementes.
O detido de 33 anos tinha a plantação de cannabis no próprio quintal, situado nas traseiras da casa.
O suspeito vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Holanda quer banir turistas do consumo de maconha legalizada
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/09/14/holanda+quer+banir+turistas+do+consumo+de+maconha+legalizada+8432919.html
Último Segundo, 14/09 - 14:50 - Redação
AMSTERDAM - Os tradicionais "coffee shops" holandeses, onde pequenas quantidades de maconha e haxixe são legalmente compradas e consumidas desde 1976, tornaram-se uma grande indústria e uma atração turística popular na cidade holandesa. Um projeto de lei em votação no Parlamento holandês, no entanto, deve acabar com o "turismo das drogas" e restringir o consumo de cannabis apenas aos cidadãos holandeses, segundo reportagem do jornal britânico "Daily Telegraph".
A lei faz parte de uma revisão da "política de tolerância a drogas leves" adotada no país europeu. O ministro da Justiça e o ministro de Assuntos Internos da Holanda apresentaram a proposta com o objetivo de manter os estrangeiros longe das drogas para reduzir a criminalidade e as perturbações causadas por esse tipo de turismo.
Segundo a proposta, os "coffee shops", que são licenciados para vender maconha, terão de implantar um sistema para identificar os cidadãos holandeses por meio de um cartão, que já é usado em outros serviços do governo, como transporte público e escolas.
"As cafeterias devem voltar a ser o que eram originalmente: pontos de venda para os usuários locais e não em grande escala para os consumidores dos países vizinhos", concluiu uma comissão do governo, em julho. "A situação está totalmente fora de controle", apontou a comissão.
Um dos maiores problemas causados pelo "turismo de drogas" é o afluxo de turistas estrangeiros, incluindo muitos jovens britânicos e franceses, que vão até a Holanda para fumar maconha, o que é ilegal em seus países de origem. O problema é especialmente grave nas cidades fronteiriças e cidades que ficam perto da Bélgica, França e Alemanha.
O volume de negócios da maconha legalizada é estimado em pelo menos R$ 4,8 bilhões por ano (£ 1,6 bi).
Outra restrição prevista na nova legislação é a redução da quantidade de cannabis que pode ser comprada no balcão, que cai de cinco para três gramas.
Raymond Dufour, da Fundação Holandesa de Controle de Narcóticos, é contra as novas restrições que, segundo ele, serão contestadas nos tribunais da União Européia. "Temos um problema com o direito europeu aqui, uma vez que todos os cidadãos europeus devem ser tratados igualmente", disse à Radio Nederland.
Último Segundo, 14/09 - 14:50 - Redação
AMSTERDAM - Os tradicionais "coffee shops" holandeses, onde pequenas quantidades de maconha e haxixe são legalmente compradas e consumidas desde 1976, tornaram-se uma grande indústria e uma atração turística popular na cidade holandesa. Um projeto de lei em votação no Parlamento holandês, no entanto, deve acabar com o "turismo das drogas" e restringir o consumo de cannabis apenas aos cidadãos holandeses, segundo reportagem do jornal britânico "Daily Telegraph".
A lei faz parte de uma revisão da "política de tolerância a drogas leves" adotada no país europeu. O ministro da Justiça e o ministro de Assuntos Internos da Holanda apresentaram a proposta com o objetivo de manter os estrangeiros longe das drogas para reduzir a criminalidade e as perturbações causadas por esse tipo de turismo.
Segundo a proposta, os "coffee shops", que são licenciados para vender maconha, terão de implantar um sistema para identificar os cidadãos holandeses por meio de um cartão, que já é usado em outros serviços do governo, como transporte público e escolas.
"As cafeterias devem voltar a ser o que eram originalmente: pontos de venda para os usuários locais e não em grande escala para os consumidores dos países vizinhos", concluiu uma comissão do governo, em julho. "A situação está totalmente fora de controle", apontou a comissão.
Um dos maiores problemas causados pelo "turismo de drogas" é o afluxo de turistas estrangeiros, incluindo muitos jovens britânicos e franceses, que vão até a Holanda para fumar maconha, o que é ilegal em seus países de origem. O problema é especialmente grave nas cidades fronteiriças e cidades que ficam perto da Bélgica, França e Alemanha.
O volume de negócios da maconha legalizada é estimado em pelo menos R$ 4,8 bilhões por ano (£ 1,6 bi).
Outra restrição prevista na nova legislação é a redução da quantidade de cannabis que pode ser comprada no balcão, que cai de cinco para três gramas.
Raymond Dufour, da Fundação Holandesa de Controle de Narcóticos, é contra as novas restrições que, segundo ele, serão contestadas nos tribunais da União Européia. "Temos um problema com o direito europeu aqui, uma vez que todos os cidadãos europeus devem ser tratados igualmente", disse à Radio Nederland.
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